30/01/2011

beleza: Discos Curitibanos


Valderval de Oliveira Filho, ou só Val, baterista e técnico de som do estúdio Solo, ficou de saco cheio com o pessoal que insiste em dizer que não tem música boa em Curitiba e resolveu criar o blog Discos Curitibanos. A coisa é simples: um disco, uma capa, um link para download e só. Isso foi em novembro do ano passado, mas foi só agora que o rapaz resolveu divulgar o negócio.


Por lá já estão rolando discos variados e bacanas. De Real Coletivo Dub e Molungo a Glauco Solter e Trio Quintina, passando pelo álbum lançado em 2000 pelo Resist Control, marcante grupo do underground curitibano que ilustra esse post. E no meio desses, mais um monte de coisa legal.


Você, ouvinte, já sabe qual site favoritar.
Você, integrante de banda, já sabe para onde enviar a sua bolacha.


Tem mais informações sobre isso aqui, em matéria de Cristiano Castilho para a Gazeta do Povo a respeito de "desatar o nó" que, ao que parece, está sendo desatado, ufa.

29/01/2011

III Sinewave Festival: uma tentativa de registro

Semana passada fizemos a chamada para o III Sinewave Festival, lembra? E a gente avisou que ia ser bom. E foi mesmo.


Para você que não esteve presente, já leu todos os comentários positivos sobre o evento nos twitters da vida e já ficou arrependido, segue o vídeo abaixo em que tentamos registrar um pouco do clima da noite, para você ficar um pouquinho mais arrependido ainda.


Para você que foi, fica aí uma lembrancinha nostálgica da festa.



Para você que foi e não lembra de nada, é bom maneirar no álcool (vide o rapaz que aparece de costas rapidinho no show da Loomer). hehe

24/01/2011

viva a nova Rádio Educativa!


Já se vão lá uns vinte e tantos dias desde que 2011 começou, e junto a ele algo novo e estranho aconteceu: um tal de Beto Richa virou governador do Paraná. O costumeiro leitor defenestrado sabe bem que política é um tema que passa longe (bem longe) das pautas desse blog, mas precisamos dizê-lo.

A questão é que, assim que o atual governador assumiu, um novo nome veio à direção da Rádio Educativa: Fernando Tupan, bom e velho conhecedor da música curitibana e paranaense, ex-membro de bandas (Estação no Inferno, Ídolos de Matinee e Tupans) e um dos proprietários do selo Discos Voadores. O que se diz é que, no começo dos anos 90, ele e o produtor José Crespo teriam sido responsáveis por uma programação incrível a ser transmitida pela extinta Estação Primeira.

Pois bem. O que se viu nos primeiros dias da nova Rádio Educativa foi uma reformulação em seu repertório (priorizando-se, ao que parece, a música paranaense) que motivou, na sequência, uma enxurrada de elogios vindos de todos os lados: seja no boca a boca pessoal ou virtual, bandas e ouvintes se mostraram extremamente felizes e empolgados. Até a Gazeta do Povo, pertencente ao grupo de comunicação que é dono de outras estações musicais, veiculou uma matéria (da qual este blogueiro teve a honra de fazer parte) noticiando as boas novas que vêm da rádio estatal paranaense.

E é algo muito legal quando o rádio da família está ocasionalmente sintonizado em 97,1 MHz e de repente começa a tocar algo tão bom e gostoso quanto o Maxichoro do duo curitibano Felixbravo. E mais: em algumas horas de audição a equipe defenestrada registrou execuções de músicas de grupos como Relespública, Dissonantes, Sabonetes, Charme Chulo, Pão de Hamburguer, Rosie and Me, Banda Gentileza, Nevilton (que a locutora insistiu em chamar de Névilton), Trio Quintina, Maxixe Machine, Blindagem (esses últimos três executados em sequência), Djambi, Maremotos, Te Extraño e até o saudoso Faichecleres.

Mesmo excluindo-se os nomes paranaenses, o nível da programação não cai: belezinhas de nível nacional como Romulo Fróes, Pullovers, Juliana R, Érica Machado, Numismata, Pata de Elefante, Lenine, Dona Iná e Renato Godá também podem ser ouvidas assim, quando menos se espera.

Agora, o ponto a que queremos chegar nesse texto é o seguinte: por mais que a afirmação possa soar estranha em tempos de tão consolidada internet, o rádio ainda tem (ou deve ter) o poder de avalizar as coisas. Uma música que só toca em sítios virtuais vira outra coisa completamente diferente (e, porque não, de uma magnitude bem maior) quando é transmitida por ondas no ar. Não que as outras rádios não deem espaço à música local, mas o que distingue a Educativa é a apuração cuidadosa da programação, a não-restrição das citadas bandas a um horário específico (e normalmente ruim) e a frequência extremamente alta com que elas são executadas.

E agora, o principal. Com o aval e o grande alcance do rádio, finalmente essas músicas feitas por essas bandas de cá, que há tempos insistimos terem muita qualidade, deixam de circular em um circuito restrito de pessoas e agora atingem (ou têm a possibilidade de atingir) o grande povo. A boa música da cidade dos tubos está lá, finalmente disponível aos cidadãos de classe média e baixa; basta que eles as sintonizem (eis, então, em grande parte sanadas, as críticas insistentes de um certo vocalista), mas para fazer o povão arrastar o dial de 98 para 97 são outros quinhentos, e um outro grande processo que não será resolvido apenas com um novo diretor de rádio.

De qualquer jeito, há muito o que se comemorar. Está tudo aí. Sintonize já a Educativa, que está cheio de coisa legal tocando por lá. Conte para a sua família, espalhe para os seus amigos. Novos dias estão vindo por aí. Aproveitemos.

16/01/2011

vem aí: Sinewave Festival [sorteio]

Não sei o leitor. Aqui na redação quando tocam coisas do tipo post-rock, art-rock, shoegaze, post-metal (e outros nessa linha) rola uma sensação nítida de sol entrando pelo ouvido. É como se a luz chegasse e clareasse e esquentasse seus tímpanos, todo o seu canal auditivo, deixando mais mornos o martelo, a bigorna e o estribo (ou tudo isso no plural porque são dois ouvidos). É que nem no inverno, quando você está com muita preguiça, mas basta aquele solzinho do domingo de manhã para te deixar agitado, querendo saber o que vai ter para o almoço.

Parte por essa sensação de conforto contraditório (porque esses rocks instrumentais nebulosos não são exatamente confortáveis), parte pela facilidade de usar metáforas para descrever essas músicas e o transporte a locais longínquos que elas podem propiciar, gostamos muito disso tudo. E se você leu toda essa loucura escrita acima e de alguma maneira partilha comigo dessa sensação, tenho uma coisa boa pra te contar. Olha só:


É sim senhor. Nessa sexta agora acontece no Jokers, em Curitiba, o III Sinewave Festival (a primeira edição do festerê fora de São Paulo). O selo paulistano Sinewave, especializado em post-rock/shoegaze/experimental, desembarca em Curitiba no dia 21 de janeiro de 2011 e, para festejar, coloca algumas das bandas de seu staff em cima de um mesmo palco.

Pois bem. As curitibanas Black Sea e This Lonely Crowd irão se juntar às paulistas Duelectrum e Herod Layne e à gaúcha Loomer para fazer barulho, bastante barulho. As entidades sérias estimam vários amplificadores torrados, mas eu já os vejo derretidos escorrendo do palco até seus pés feito metal líquido e subindo pelas suas pernas. Pensa. Cinco bandas ótimas, que quase nunca tocam por aí, se apresentando juntas numa mesma noite. 

Os ingressos antecipados custarão $15 e na hora $20, mas o negócio é que nós vamos sortear um par de entradas para você e mais alguém testemunharem essa maravilha NA FAIXOLA. Que tal hein? 
Tudo o que você precisa fazer é tuitar isso aqui:
quero ir ao #SinewaveFestival na faixola com o par de ingressos que o @_defenestrando vai sortear! http://kingo.to/qV8
É muito simples, comissário. É só tuitar e concorrer. O sorteio acontece na final da noite da próxima quarta-feira, 19/01, lá no nosso twitter. Para quaisquer dúvidas, é só entrar em contato com a gente.


Mas, de qualquer jeito, já vá preparando seus ouvidos. Reforce os tímpanos. A noite promete.

13/01/2011

encontros inusitados mas nem tanto

O blog vizinho Hora Sonora, do chapa Lucas Ajuz, está com uma iniciativa boa demais. Eis os "Encontros inusitados mas nem tanto (como seria se fosse)". Um dos melhores nomes de evento que já vi, haha. Olha só que belezinha:


Durante várias segundas-feiras alguns dos mais finos agrupamentos musicais de Curitiba irão se apresentar juntos no palco do Era Só O Que Faltava. Na última segunda rolou Universo em Verso Livre e Banda Gentileza em uma noite incrível. Pensa. Segunda que vem tem o Lemos (que levou o 5º lugar na categoria Show e o 3º na categoria Lançamento no Prêmio Defenestrando) junto com Supercolor e Spontaneous.

E mais pra frente ainda tem Locomotiva Duben, MUV, Colina Sound System, Real Coletivo Dub, Betina Ina, Felixbravo, Grupo Molungo e Trapobanda. Não é pouca bobagem. Só tem coisa bacana aí no meio, e todos esses shows merecem a sua presença.

Botando a cerejinha no bolo estão as mostras especiais divulgadas pouco tempo antes de cada show: tem arte, cinema, gastronomia, moda e cultura local. Segunda passada, por exemplo, o esperto Bruno Stock inaugurou uma exposição de fotos que ele tirou só em shows da Banda Gentileza.

A entrada fica sempre por 15 mangos, mas você paga apenas 10 denários se enviar e-mail para listamiga@faltava.com.br ou confirmar presença pelo facebook.

All right?


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E tá ligado que a Oficina de Música de Curitiba tá acontecendo por aí né? Fica atento que tem um monte de recitais e showzinhos legais acontecendo na cidade, véi.


Ah! Quer concorrer a um par de ingressos NA FAIXOLA para o mais-do-que-classudo  Sinewave Festival que vai rolar dia 21 agora, no Jokers? Então fica ligado no post que deve surgir por aqui nos próximos dias.

05/01/2011

2010: uma retrospectiva defenestrada


2010 foi um ano especial para muitas pessoas por muitos motivos. No caso específico deste blogueiro, a quantidade de shows incríveis que pude presenciar ajudou a tornar esse ano inesquecível. Por isso achei de bom grado fazer uma pequena retrospectiva e dividir com o leitor um pouco do que mais gostei de ter visto durante o período que passou.

Gostaria apenas de deixar claro que esta não é uma lista dos melhores shows do ano (até porque me vejo incapaz de fazê-la sozinho -- por isso a iniciativa do Prêmio de alguns posts atrás), mas sim um remember do que simplesmente me agradou. Abaixo, os eventos escolhidos a partir de um ponto de vista muito pessoal, elencados em ordem cronológica:

22/01 - Sabonetes - John Bull Music Hall
Em uma noite memorável na qual lançou seu disco de estreia, o Sabonetes conseguiu realizar uma tarefa complicada para bandas curitibanas: encheu o John Bull Music Hall. Boa parte do público cantava quase todas as canções e ainda havia uma certa relutância em deixar os integrantes do grupo saírem do palco após a última música. Naquele momento, o Sabonetes (que soube conduzir bem toda a plateia) parecia credenciar a si mesmo como uma espécie de justificativa para seu crescimento iminente. Algo como: “olha isso aqui. Nós podemos ser grandes.”


05/02 - André Abujamra - Teatro da Caixa
Na verdade, não se tratava bem de um show: se a memória não me falha, o evento atendia pela alcunha de “não-show: síntese da essência”. Foi uma apresentação descontraída e descompromissada, já que com uma banda reduzida Abujamra tocou suas músicas preferidas e contou histórias e recitou suas poesias, que de tão simples emocionam. Uma tocante aula de como manejar um público com música boa.

14/02 - Psycho Carnival - Ruínas do São Francisco
No último dia do tradicional carnaval psycho de Curitiba, o festival saiu do ambiente noturno para surgir em praça pública em plena luz do dia. Nas arquibancadas das Ruínas, curiosos, mendigos e algumas famílias se misturavam a zumbis pálidos e ensanguentados (destaque para a moça-cadáver que tinha sido assassinada no banheiro à la Hitchcock e que no evento trajava apenas uma toalha e sangue) para curtir o rockabilly e o psychobilly feito debaixo de uma chuva que não decidia se ia ou se ficava. Os zumbis ficaram, e foi uma tarde incrível.

18/03 - Nevilton - James
Ao longo de todos esses meses excursionando por todo o país, Nevilton consolidou-se como um showman impecável, e é difícil contestar qualquer coisa em suas apresentações acrobáticas regadas à conhaque e energia de sobra. Todo o público dança e canta e Nevilton faz sua guitarra chorar e rir e rebolar e até seduzir algum raro desatento, porque cá entre nós, é impossível assistir desatento a um show do Nevilton.

30/04 - Funk Como Le Gusta - John Bull Pub
Impecável como poucos, o FCLG chama muito a atenção por duas coisas: o caráter de big band super animada e a infalível precisão de todos os seus músicos. O público chega ao show disposto, o som funciona bem, o entrosamento é incrível. O resultado é uma grande noite de alegria. Falei mais sobre a ocasião aqui.


Final de semana dos dias 14, 15 e 16/05 - Otto, BNegão e Os Seletores de Frequência e Apanhador Só
Prefiro chamar esse como o final de semana do amor. Haha. Havia ainda o fato de que os shows do Otto e do BNegão a princípio estavam marcados para o mesmo dia 14 (absurdo!), mas o ex-Planet Hemp pediu para adiar sua data em um dia. Mandei o orçamento do mês para a cucuia e fui aos três shows, todos imperdíveis: 

1) o do Otto, na sexta no John Bull Music Hall, foi talvez o melhor que vi em todo o ano, já que o rapaz se entrega ao palco, ao público e às suas canções de maneira impressionante e muito tocante (e é sensacional estar no meio da galera e poder cantar e berrar “6 Minutos” sob efeitos etílicos); 


2) BNegão é empolgante e faz o ar ficar pesado com hardcores escrachados (algumas rodinhas se abriram na frente do palco), dubs gravíssimos (daqueles de tremer todos os vidros em um raio de não sei quantos metros) e funks competentes que iluminaram a noite daquele sábado no Ambiental; e

3) Apanhador Só encanta com músicas delicadamente pesadas, lindas em alguns momentos e obscuras em outros, e de cima do palco os guris de Porto Alegre ficaram (ou pareceram ficar) surpresos com o público que cantava apaixonadamente várias de suas letras (tem mais sobre esse show aqui). O show no James encerrou o final de semana em grande estilo.


26/06 - Klezmorim - Barbaran
Em um ambiente familiar como é o bar da Sociedade Ucraniana, o grupo que resgata o Klezmer (gênero musical tradicional do Leste Europeu) deu uma demonstração incrível de alegria e animação contagiante. Nas primeiras músicas eram só algumas palmas, mas logo jovens-de-vinte-e-poucos-anos dançavam sem receio ao lado de crianças enquanto vovôs e vovós assistiam tudo batendo palmas e com um sorriso no rosto. Nos últimos números várias pessoas dançavam abraçadas e demonstravam incontida alegria de estar ali, curtindo e sendo feliz. E lá na Gazeta do Povo o Klezmorim é sempre bem recebido.

17/09 - Noite Defenestrada - Wonka
É óbvio que a primeira festa do defenestrando foi algo marcante para mim e não dizê-lo seria hipocrisia. O evento exigiu uma correria danada e gerou uma grande sensação de não sabermos direito o que estávamos fazendo -- tanto que foi uma grata surpresa quando vimos que tudo estava correndo bem. E foi uma grande honra poder contar com a participação de bandas promissoras e competentes como a Yokofive e o Homemade Blockbuster. Fico emocionado só de escrever essas poucas linhas, e o leitor poderá entender um pouco melhor o que estou querendo dizer nesse post aqui.

1º/10 - Rosie and Me - Sala de Atos do Paço da Liberdade
Tão climático quanto agradável, o show do Rosie and Me fez parte do projeto Primeiro Ato, no qual vários grupos se apresentaram na mesma Sala de Atos para a gravação de uma coletânea. O que chamava a atenção era 1) a impecável qualidade técnica do sistema de som proporcionado pelo Sesc e 2) o visual incrível e classudo da sala antiga e restaurada, adicionando-se ainda a luz dos refletores estrategicamente posicionados. Criado o clima, Rosanne Machado e sua trupe só precisaram executar suas canções singelas para marcar o coração dos que estavam presentes.


09/10 - Rage Against the Machine - SWU
Pense em 47 mil pessoas pulando ao mesmo tempo. Um dos shows mais aguardados da história desse país para muitos roqueiros, o show do Rage Against the Machine no SWU tinha tudo para dar certo e entrar facinho na lista dos mais marcantes eventos musicais no Brasil de todos os tempos. No entanto as três interrupções do som desencadeadas a partir das invasões da pista vip e outras desorientações da produção transmitiram uma sensação desagradável de coito interrompido. Tem mais aqui.

06 e 07/11 - Virada Cultural Curitibana
Um evento para todas as pessoas, de todas as idades. Foram vinte e quatro horas mágicas em que o curitibano mostrou que é sim capaz de aproveitar os eventos culturais que lhe são ofertados. Havia o Paulinho da Viola com a incrível Orquestra à Base de Corda, havia o Arrigo Barnabé, havia o Hermeto Pascoal com a Orquestra Sinfônica, havia o Pato Fu nas Ruínas, havia o Roberto Carlos (o Matheus falou mais sobre o Robertão aqui), havia o Erasmo Carlos, havia o rock do Panelaço em homenagem ao Ivo Rodrigues no TUC, havia a Sandra de Sá... houve tanta coisa legal que é até difícil de lembrar de tudo. Sem dúvida, um grande evento de excelentíssima produção para ser rememorado com nostalgia por ainda muitos anos.

12/12 - A Pedreira é Nossa! - Ruínas do São Francisco
Outra tarde nas Ruínas para lembrar com muito carinho. Varias bandas de variados estilos se reuniram para tocar em prol da reativação da Pedreira Paulo Leminski. O público compareceu e resistiu primeiro ao sol escaldante, depois às chuvas de verão que iam e vinham. Destaque para o Lemos declarando independência em uma cover incrível da Björk executada debaixo de tempestade. Tem mais sobre o acontecimento aqui.


19/12 - Banda Gentileza e Móveis Coloniais de Acaju - Espaço Cult
A noite daquele domingo encerrou meu ano útil com doses cavalares de alegria e música boa. Todas as realizações pessoais de 2010 pareciam estar sendo coroadas naquele momento. Saí rouco e encharcado de suor, já que a Gentileza deixou todo mundo feliz da vida e o Móveis não dava descanso ao tocar uma música extremamente alegre e dançante depois da outra. Foi incrível.

Merecem pelo menos uma menção honrosa: Fernanda Takai no Fiep/Cietep dia 23/05; Mallu Magalhães no TUCA (PUC-PR) dia 12/06 e Yokofive no James dia 12/08.

Quais outros shows deveriam ter entrado nessa lista? Ou melhor, qual foi a sua lista de shows incríveis e memoráveis que você viu esse ano? Deixe aí nos comentários. Vamos trocar umas ideias.

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O carnaval esse ano é só em março, então não dá pra esperar até lá. 2011 para o defenestrando começa já no próximo post, e vamos ver no que vai dar esse negócio todo.