30/04/2010
defenestrando em expansão: vem aí Matheus Chequim
15/04/2010
entrevista copacabana club

09/04/2010
entrevista anacrônica

Como foi o processo de seleção? Foram milhares de bandas inscritas, uma campanha enorme de votação, e aí, o que mais?
Era bem simples. No hotsite da turnê você indicava a banda e a cidade onde queria que ela abrisse o show. Entramos até meio atrasados na votação. Já tinham bandas fazendo campanha a mais de mês. Tivemos a idéia e seguimos em frente. Contando com a ajuda de amigos, fizemos vídeos, mandamos recados um por um e o pessoal foi votando. Rolou uma grande votação. Ficamos muito felizes que rolou. Falando nisso, MUITO obrigado a todos que votaram! Isso foi de suma importância para nossa carreira.
Segundo a própria Day1 foram mais de 22 mil bandas inscritas. Não sabemos quantos votos foram computados ao Anacrônica. Mas no total, foram mais de 200 mil indicações de fãs das bandas.
Foi por telefone. Ligaram para o Bruno e falaram: "É vocês!" Aí depois de alguma conversa o Bruno me Ligou. Isso era umas 10 da manhã. Atendi o meu celular e escutei alguem berrando: "AAAAAAHHHHH" Eu apenas pensei: "Ou ele ta tendo um treco ou rolou o lance do Franz!!!!" Logo saquei que era a segunda opção [risos]. Também saí berrando pela casa e pulando de alegria!
Banda de abertura é sempre complicado. Tá todo mundo lá para ver a banda principal. Banda de abertura é apenas uma banda aquecendo a galera e mostrando o trabalho. O trabalho de desconhecidos em busca de reconhecimento. Fomos lá e fizemos um show rápido e rasteiro. Apenas para dar o recado do Anacrônica. Quem estava mais na frente tava curtindo e participando. Quem estava mais atrás apenas estava indiferente. Tinha tabém alguns grupos isolados cantando as músicas. Foi bacana ver isso. Sabíamos que ia ser assim. Foi um saldo positivo para a Anacrônica, com certeza!
Sim, falamos! O Nick [McCarthy, guitarrista] é um cara muito bacana. Deu até presente para nós após nosso show. Uma Ypioca edição especial. Ficamos conversando e ele comentou que o Alex [Kapranos, guitarrista e vocalista] estava muito doente e com uma baita febre. Por isso não tivemos contato com ele. Aqui tem um video da visita do Nick ao nosso camarim. Aqui tem outro editado por um amigo, que é um resumão do show. No nosso canal no youtube vocês encontram também mais vídeos sobre o show. Depois do show o Paul [Thomsom, baterista] foi discotecar numa casa de São Paulo e fomos convidados a participar da festa. Foi muito bacana o contato com ele e com o Nick. O Bob [Hardy, baixo] e o Alex já haviam se recolhido no hotel. Mas segundo o Nick, todos gostaram muito do show. Eles ficaram vendo ali do backstage. Foi uma baita experiência tocar com eles.
Rolou o básico: Sanduiches e bebidas. Era um belo e grande Camarim. [risos]
Já demos algumas, não sei dizer ao certo. Mas queremos que isso nos abra mais espaço, assim como o defenestrando fez.
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O Anacrônica sempre foi tido como uma banda promissora, mas o esperado disco de estreia "Deus e os Loucos" foi lançado no ano passado e o negócio acabou acontecendo sem tanta repercussão assim. Agora, depois do Franz, a banda parece estar voltando com tudo, tanto que até anunciou em seu blog que está começando a vender a segunda prensagem do álbum -- o que significa dizer que já foram vendidos pelo menos mil discos, e outras mil cópias estarão vindo por aí.
Não bastasse isso, o grupo está de mudança para São Paulo. Junta-se ao Sabonetes, que partiu para terras paulistanas ano passado, e ao Charme Chulo (que dirigindo-se à terra da garoa busca tomar conta do território nacional). Boa sorte para eles.
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Uma pequena agenda:
09/04 - sexta (também conhecido como a data de publicação deste post) - Primeiro show do Copacabana Club em Curitiba desde que a banda fez sua primeira turnê pelos Estados Unidos. Lá no Wonka. Até meia-noite, entrada franca para as meninas e $8 para a rapaziada, depois $12 para todo mundo.
10/04 - sábado - Jazz Cigano Quinteto no SESC da Esquina. R$10, às 20h.
E também nesse mesma sexta feira de nove de abril, Fábio Elias, o marcante vocalista da Relespública, faz seu último show em São Paulo (no CB Bar) com o power trio que o projetou nacionalmente e que ano passado completou 20 anos de carreira. O motivo é a intenção de se dedicar com mais afinco à sua nova carreira solo, sertaneja. É o que dizem o Rock 'n' Beats e o Hora Sonora.
O show de despedida em Curitiba acontece dia 8 de maio dentro do "Curitiba 12 Horas", série de apresentações que contará também com a presença de ninguém mais do que os Mutantes. Mais informações mais perto da data.
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As principais bandas da cidade estão aos poucos se mudando para São Paulo. Significa uma maior possibilidade de crescimento para elas e a expansão e fixação dos nomes locais em outras cidades, mas em compensação o público fica sem seus nomes mais queridos e a essência da cena curitibana é transferida para fora da cidade.
Isso é bom ou ruim? Deixe um comentário aí, vamos iniciar um debate.
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O post da semana que vem vai estar bom, hein. Fica ligado.
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