29/11/2009

poesia, homemade blockbuster e top 50



Vamos lá que o post de hoje está extenso. Temos algumas coisas distintas pra comentar por aqui. A ver:

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Adoro palavras boas, sonoras, daquelas que são construídas de uma forma que são boas de ler e de ouvir. E que tenham também alguma dificuldade de digestão. Já disse isso aqui e aqui. Sob esse prisma, estudar "Teoria da Poesia" numa faculdade de letras é um prato cheio; por esses dias eu estava dando uma estudadinha (já que é final de semestre) e encontrei no livro "Forma e Sentido do Texto Literário", de Salvatore D'Onofrio, os seguintes termos que achei por bem dividir com você:

Monema; paralexema; metataxe; metassemema; paranomásia; epêntese; paragoge; aférese; apócope; poliptoto; sinonímia; polissíndeto; perífrase; zeugma; anacoluto; parataxe; silepse; antonomásia; hipérbato; tmese; anástrofe; prolepse; epifonema; hipotipose; litotes; (poesia) pindárica; (ode) sáfica; antístrofe.

Fora muito mais que achei por bem deixar de fora.
Agora quero que você leia tudo isso de novo em voz alta e em menos de 30 segundos.

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Ok, esta aqui o Denis colocou em seu In new music we trust e venho republicar:


A questão é que parece que nessa Curitiba agitada está surgindo mais uma banda animadona que merece atenção. Trata-se de Homemade Blockbuster. No myspace deles só tem duas músicas, que ouvi umas poucas vezes mas que deu pra perceber que tem tudo pra bombar. Bem naquele esquema rock-de-pista-de-dança-novo. Vai lá e escuta sweet boys sweet girls e veja se você não curtiria dançar esse som. Copacabana Club que se cuide.

Quando tiver show a gente te avisa.

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Não sou de fazer rankings de melhores discos e/ou músicas do ano, do mês ou do dia, porque penso que não tenho autoridade suficiente para escolhê-lo ou porque nunca vou ouvir tudo o que tenha sido lançado num determinado período para poder dizer o que é mesmo bom ou não.

Mas o negócio é que recebi esses dias na minha caixa de entrada uma mensagem do Livio Vilela (Bloody Pop) convidando para, junto a vários outros blogueiros, produtores, músicos e etc, escolher as 50 melhores músicas e os 50 melhores álbuns lançados no país na década de 2000 (janeiro/2000 a novembro/2009). Cada convidado deveria enviar a sua própria lista e depois o pessoal de lá faz os calculos e fornece as duas listas finais, que devem sair em janeiro do ano que vem em endereço virtual a ser definido.

Resolvi aceitar a missão no que diz respeito à lista de músicas. Quebrei a cabeça e enviei ao Livio a lista que segue abaixo. É claro que muita coisa boa ficou de fora. Como é de praxe, depois que fechei o top 50 é que fui lembrar de muitas músicas essenciais que deveriam estar aí mas que não estão.

Olhando assim, me parece que a lista está confusa, meio estranha, não sei. Acho que com certeza você não concordará com ela. De qualquer jeito, fique aí com...

A esquisita lista defenestrada das 50 melhores músicas nacionais da década

1) Último romance - Los Hermanos
2) Cabidela - Mombojó
3) Dê - Cérebro Eletrônico
4) A maldição do samba - Marcelo D2
5) Você me faz continuar - Cachorro Grande
6) Dois barcos - Los Hermanos
7) 30 000 pés - Pato Fu
8) Reza vela - O Rappa
9) Aos garotos de aluguel - Poléxia
10) Solta o frango - Bonde do Rolê
11) 16 toneladas - Funk Como Le Gusta
12) Cara Valente - Maria Rita
13) Tenho uma banda - Instiga
14) Coración - Banda Gentileza
15) A missa - Mombojó
16) Seguindo estrelas - Os Paralamas do Sucesso
17) Janta - Marcelo Camelo & Mallu Magalhães
18) Vida Lôca (pt.2) - Racionais Mc's
19) Aluga-se-vende - Móveis Coloniais de Acaju
20) Todo carnaval tem seu fim - Los Hermanos
21) (Funk) até o caroço - BNegão & Os Seletores de Frequência
22) With strangers - Little Joy
23) Cure-se - Instiga
24) O mais vendido - Mombojó
25) Doce solidão - Marcelo Camelo
26) Canção da falsa tartaruga - Adriana Calcanhotto
27) Seria o rolex? - Móveis Coloniais de Acaju
28) Você pode ir na janela - Gram
29) Indulgente - Numismata
30) Lenda - Céu
31) Veja bem meu bem - Los Hermanos
32) Secador, maçã e lente - Érica Machado
33) Guerreiro - Curumin
34) Perca peso - Móveis Coloniais de Acaju
35) Desentoa - Cachorro Grande
36) Só deixo meu coração na mão de quem pode - Kátia B
37) Maya - Guizado
38) O vencedor - Los Hermanos
39) Você já teve mais cabelo - Poléxia
40) S.O.S. - Funk Como Le Gusta
41) Melô do tabaco - Bonde do Rolê
42) Mais Bin que Bush - Cérebro Eletrônico
43) Let's make love and listen death from above - CSS
44) Sanfona - Ruído/mm
45) Boa sorte / Good luck - Vanessa da Mata & Ben Harper
46) Tchubaruba - Mallu Magalhães
47) Bossa Nostra - Nação Zumbi
48) Marcelo D2 - Desabafo
49) Mina do condomínio - Seu Jorge
50) Deixe-se acreditar - Mombojó

Achas que ficou faltando alguma coisa? Deveria eu ter colocado alguma música do álbum novo do Móveis? Esqueci de colocar "Eguinha Pocotó" ou "Dança do Créu"? Comente aí! E sinta-se livre para me enviar o seu próprio top 50.

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19/11/2009

Banda Gentileza em São Paulo


14/11/09 – Aeroporto Internacional Afonso Pena, Curitiba, 11h05

Sentado numa das poltronas verde-escuras do avião da webjet e esperando a decolagem, começo a pensar que chego a um cúmulo ao ir até São Paulo só para ver um showzinho. Mas não se trata só de um showzinho, trata-se na verdade de ir acompanhar uma trajetória, uma evolução. Trata-se de ir até São Paulo para testemunhar um parente seu fazer o que ele melhor sabe fazer, e começar a ser reconhecido país afora por isso.

Por motivos que misturam ética e implicância entre irmãos, sempre me esforcei para evitar de comentar a respeito da Banda Gentileza no Defenestrando, salvo duas ou três ocasiões especiais. E quando o fiz, jamais mencionei que o Heitor, o vocalista, é meu irmão – talvez o principal responsável por encaminhar este que vos escreve aos textos e reportagens musicais.

Mas hoje, depois de tantos shows presenciados, de uma certa desconfiança de que suas músicas tivessem muita qualidade, depois da confirmação desta desconfiança por meio da gravação de um excelente álbum de estúdio e de tantos comentários extremamente positivos em tantos blogs, não vejo mais meios de resistir a essa barreira (naturalmente curitibana? mas reforçada pelo fato de sermos irmãos) que impede a troca de elogios. Venho por vias públicas, comovido depois de alguns anos, dizer algumas palavras boas a respeito do cara que dorme na cama de baixo do meu beliche e de sua banda competente. Ir até São Paulo para ver o show de lançamento do seu disco de estréia não deixou, de certa forma, de ser um pretexto para escrever este relato.

Marginal Tietê, São Paulo, por volta das 13h00

Enquanto observo a maior cidade do país se aproximar através do vidro do ônibus que cobre a linha Cumbica/Tatuapé, dou uma relembrada nos fatos e no que já presenciei: o Heitor estava nos primeiros anos de jornalismo na UFPR quando fez, no festival de cinema universitário, o primeiro show “oficial” com o seu grupo, que nem tinha nome ainda. Eu estava lá e fiquei surpreendido com um som bom e divertido (porque um irmão não costuma esperar que o outro vá fazer algo de bom, você me entende). Alguns meses depois fui pela primeira vez a um inferninho para vê-lo tocar (embora o Vanguart tivesse tocado no mesmo bar na mesma noite e eu não fizesse idéia de quem eles fossem).

Depois vieram as gravações dos EPs, que denunciaram um som de qualidade. Mas como saber se a música era boa mesmo? Eu poderia muito bem só estar achando isso porque o grupo era do meu irmão – será que eu acharia a mesma coisa se a mesma banda fosse composta só por desconhecidos? Mas os shows eram sempre ótimos, algumas músicas me arrepiavam, mas não havia parâmetros confiáveis. Como saber?

na Grande Garagem que Grava em 2007, ainda com o Jota na guitarra

E a minha presença naqueles showzinhos era regular: james, korova, jokers, ambiental, praças públicas e vários outros lugares. Estive em tantas apresentações deles que comecei a achá-las entediantes. Para a minha sorte, em julho desse ano de 2009 a Banda Gentileza entrou em estúdio para gravar seu primeiro álbum. Competente, de qualidade, gostoso de ouvir. Nas primeiras ouvidelas cheguei a ficar emocionado, como uma mãe orgulhosa. O disco tinha qualidade para figurar com facilidade entre as listas das melhores compilações brasileiras do ano. E agora, depois de ler tantos comentários e tantas resenhas em tantos blogs, não tenho como duvidar: tenho aqui um irmão que é ótimo compositor e que tem ótima banda para apoiá-lo.

Talvez até valesse a pena, quem sabe não seria uma extravagância ir até São Paulo só para prestigiar o cara.

Espaço +Soma, São Paulo, 21h30

O Espaço +Soma é uma mistura de galeria de arte, bar, lanchonete, casa de shows e loja que vende revistas, livros, pôsteres e outros produtos descolados. Fica localizado na Vila Madalena, que me pareceu um animado bairro boêmio capaz de comportar numa mesma rua bares de motoqueiros, de samba, chopperias, restaurantes japoneses, botequins, borracharias e locais como o Espaço +Soma.

Quando a Gentileza sobe ao palco,Heitor manda o público se deslocar de um lado e vir para o outro, porque o som estaria ruim onde a maioria das pessoas estava, e começa o show logo com a nebulosa “Coración” – sempre ótima, mas que está longe de ser o melhor começo de show que o grupo pode fazer – e passando logo para outras mais animadas como “O indecifrável mistério de Jorge Tadeu” e “Pseudo-eu”, depois indo para as participações de Plínio Profeta (o produtor do disco da Gentileza e de gente como Xis, Pedro Luís e a Parede e Tiê e ganhador de Grammy Latino pela produção de disco do Lenine) no cavaquinho no samba “Preguiça” e na suave “Sempre quase”.

Espaço +Soma. Foto por Bruno Stock

Mas o clímax mesmo é quando Emílio, o guitarrista, faz o solo de cadência brega de “33 B” e Heitor se solta, berrando “aiaiai!” como mexicano, agitando maracas, dançando descontroladamente, berrando spice girls em uma pausa rápida. Todos os espectadores são conquistados ali. Heitor dá espetáculo e deixa várias bocas abertas.

Outro ponto alto é o último número da apresentação, “Afinal de contas”, de letra emocionante e melodia idem, que começa em referências de Los Hermanos e vai parar no rock balcânico. Uma pena que o violino, o instrumento que nas mãos de Heitor (sempre ele) rouba a atenção nessa música, passe por problemas técnicos e que seu som quase não saia nas caixas acústicas – mas o show é encerrado apoteótico mesmo sem ele.

Heitor. Foto por Bruno Stock

O problema, do ponto de vista pessoal, é ter de ver todo esse circo e não mais me surpreender com nada disso. Chega a ser crime ver uma apresentação tão boa e não ficar espantado. Já vi esse show e ouvi tantas vezes essas músicas que o negócio saturou. Perdi os poucos parâmetros que tinha para esse caso.

O que fica são algumas certezas: 1) apesar do parentesco, consigo, ao observar tantas reações positivas do público, finalmente chegar a uma imparcialidade e a partir dela afirmo, com um pouquinho de segurança, que a Gentileza está entre os melhores grupos de rock do Brasil da atualidade e 2) não quero ir a nenhum outro show deles tão cedo. Está bom por enquanto. Vou ao Rio quando o Heitor cumprir a promessa de tocar no Criança Esperança.

O futuro promissor que me parecia evidente à Banda Gentileza dá sinais de estar chegando. Desejo, como irmão, que ele venha bem mais frutuoso do que eu tenha previsto e que Heitor e sua trupe façam dele o melhor proveito possível.

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Para você que ficou atiçado, dia 28 de novembro (sem ser esse, o outro sábado), tem piquenique de lançamento do disco aqui em Curitiba. E depois, no dia 5 de dezembro, eles voltam pra São Paulo para tocar na Funhouse. Mais informações no twitter da banda.

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13/11/2009

reprise de moda e wax tailor

Pois é, semana corrida, fim de semestre, provas mil, aquele negócio todo. Essa semana nenhum post novo será defenestrado por aqui, mas para o alívio do leitor apelaremos para a velha estratégia da reprise e remeteremos ele para um post antigo, bizarro (e até mal escrito), datado de março do ano passado. Para ler e relaxar.

O que foi possível avistar em seguida foram cenas semelhantes às que assistimos quando uma novela dos anos 90 passa no "Vale a pena ver de novo" no que diz respeito ao figurino: garotas adolescentes usando aquelas camisas tamanho M masculinas, aonde a ombreira chega até a metade do bíceps e a manga chega até o cotovelo.

Curtiu o teaser? Pra ler a história inteira você tem que clicar aqui.
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Quanto aos posts novos, o leitor poderá ficar sossegado, que na semana que vem teremos por aqui uma reportagem bem da bacaninha. Fica ligado.
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Música Boa da Quinzena
Com vocês o rapzinho bacana Positively Inclined (que já faz literalmente anos que me enrolo pra colocar por aqui), do produtor francês Wax Tailor em parceria com A.S.M. e Marina Quaisse. Presta atenção na letra aguçada e no clipe em animação esperta:
Um hippity-hop cai muito bem de vez em quando.
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07/11/2009

Onde vivem os monstros e o Pagodeversions em curitiba



Adoro trailers. Chegar no cinema, sentar ali e ficar vendo os próximos filmes a serem lançados é uma ótima preliminar para o longa metragem que vem depois, essa coisa toda. Tanto é que nas raras vezes que um filme inicia sem trailers o negócio fica meio estranho.

Pois bem, isso tudo pra te dizer que esses tempos vi um dos melhores trailers que já vi na minha vida. Se não o melhor, um dos que mais marcou, sem dúvidas. Nessa de vir botá-lo por aqui, já vi umas cinco ou seis vezes e em todas elas eu fiquei arrepiado. Tudo por conta da ótima escolha e união de cenas, letreiros e música -- no caso Wake Up, do Arcade Fire, que sozinha já é sensacionalmente emocionante.

Com vocês, o trailer de Onde vivem os monstros (Where the wild things are):


O filme é dirigido por Spike Jonze (Quero ser John Malkovich), tem o Tom Hanks entre seus produtores e é baseado no livro de mesmo nome escrito por Maurice Sendak. Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, é uma das responsáveis pela trilha sonora.

Se pararmos pra pensar bem, a história não é lá essas coisas: rapaz de uns 7 ou 8 anos é colocado pela mãe de castigo no quarto e lá ele viaja fortíssimo e vai parar em um mundo encantado cheio de monstros no qual ele é o rei geral. Digo, a história não é nada original, você certamente já deve ter visto um monte de filmes parecidos na seção da tarde, mas esse trailer está tão bom que todo mundo aqui da redação ficou morrendo de vontade de ir lá curtir o longa.

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Final de tarde de domingo. Aquele solzinho bom, aquela tardinha gostosa que é prolongada por causa do horário de verão, e aí você fica doido pra sair de casa mas já está cansado de ir dar uma volta no shopping pra tomar um sorvete (ou, se você é descolado, já está cansado de ficar sossegado com os amigos na praça da espanha). Quer uma dica de programa?


Túlio, o cara que gravou uns vídeos caseiros dele mesmo cantando pagode em inglês literal e foi parar no Caldeirão do Huck, estará amanhã em Curitiba para apresentar ao vivo as músicas que fizeram dele um hype instantâneo na internet. Pagodeversions é o primeiro convidado da nova temporada do projeto "Terminal Guadalupe apresenta".

O evento, que também marca o retorno às atividades da banda que tem nome de ponto confluência de linhas de ônibus, acontece no Guairinha nesse domingo (08/11) a partir das 17h00 com a meia-entrada custando $10. O Bardot em Coma é quem faz a abertura pra essa galera toda.

É uma pedida bacana hein.

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02/11/2009

Quando ela tira o vestido do São Paulo


Eu tinha muitas coisas diferentes sobre variados assuntos para falar aqui mas eu estou tão desorganizado com o meu tempo (ESQUECI de me inscrever no vestibular da PUC e quase que que perco a data de inscrição da UP, veja só) que só vou fazer três comentários, rapidinhos:

  • Tudo, mas absolutamente todas as coisas e todas as entidades futebolísticas parecem conspirar para que o São Paulo seja campeão de novo. Mas que coisa. Eu, entusiasta da não-manutenção de monopólios esportivos que sou, fico meio irritado com isso. Vamo lá porcada! haha
  • Vou processar a cantina/restaurante universitário da UTFPR. O motivo é simples: o pão de queijo deles tem efeito contrário. A gente como um e ao invés de ele matar a fome, faz ela aumentar. Oras, se fosse por isso eu tomava Biotônico Fontoura. ui, que piadinha ruim.
  • Dia 4 de novembro, quarta-feira agora, a rapaziada do Sabonetes (que foi retratado de forma minuciosa e científica aqui) faz festa de lançamento do clipe da fofona Quando ela tira o vestido no Sláinte, aquele pub irlandês que tem aquelas cervejas doidonas, e chama todo mundo pra ir lá prestigiar. O vídeo foi captado em apenas três dias nas cercanias da nova residência (paulistana) do grupo, a bolha 2.0, e a edição está animal. Dá uma olhada:

Imagina o trabalho que deve ter dado.
Então a gente se encontra quarta à noite lá?

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Mas vamos deixar bem claro aqui que eu não torço para o Palmeiras, ok? só pra evitar desentendimentos, sabe como é.

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